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Balanço
TCP registra aumento de 184% no prejuízo
segunda-feira, 25 de julho de 2005 , 20h38 | POR REDAÇÃO

A Telesp Celular Participações (TCP) voltou a registrar prejuízo este ano e encerrou o segundo trimestre com um resultado negativo de R$ 278,5 milhões, um valor 184,2% maior que o prejuízo de R$ 98 milhões acumulado nos primeiros três meses de 2005. A receita líquida cresceu 15,3% e encerrou o trimestre com R$ 1,942 bilhão frente ao R$ 1,684 bilhão do trimestre anterior. A TCP controla a Telesp Celular, a Global Telecom e a Tele Centro Oeste Celular, companhias que compõem a Vivo.
O resultado consolidado da TCP deve-se à acirrada competição e a intensa atividade comercial, com destaque para as campanhas do Dia das Mães e Dia dos Namorados. São fatores que, segundo a operadora, contribuíram para o resultado negativo da empresa com o aumento de 102,2% nos custos das mercadorias vendidas (para R$ 576,2 milhões) e de 60,2% nas despesas de comercialização dos serviços (para R$ 245,5 milhões) em relação ao primeiro trimestre.
O Ebitda também apresentou redução, caindo de R$ 674,9 milhões no nos primeiros três meses de 2005 para R$ 416,6 milhões no segundo trimestre. A margem Ebitda recuou 18,7 pontos percentuais, para 38,3%.
Os investimentos no trimestre foram de R$ 290,9 milhões e foram aplicados na migração TDMA para CDMA; consolidação e racionalização dos sistemas de billing, customer care, plataformas de pré pago e sistemas de gestão SAP; e manutenção da qualidade e expansão da cobertura para atender o crescimento da base de clientes.

Clientes

A TCP encerrou o trimestre com 19 milhões de clientes, um crescimento de 5,9% em relação à base registrada ao final de março de 2005, ou seja, uma adição líquida de 1,05 milhão de usuários. O market share caiu 1,8 ponto percentual, encerrando o segundo semestre com 48%. O custo de aquisição de clientes ficou em R$ 159, um acréscimo de 23,3% frente aos R$ 129 do trimestre anterior. A receita média por assinante (Arpu) ficou em R$ 28,7, valor 1,8% menor que no trimestre anterior (R$ 28,2). O churn permaneceu estável em 1,5%.

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