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"Não podemos abrir mão da massa de clientes", diz presidente da Vivo
terça-feira, 26 de julho de 2005 , 18h03 | POR REDAÇÃO

O presidente da Vivo, Roberto Lima, afirmou durante a apresentação de resultados da Telesp Celular Participações (TCP), nesta terça, 26, que a operadora vai continuar investindo em subsídios sempre que sentir sua base de clientes ameaçada ou quando houver uma oportunidade onde ainda não são líderes de mercado. "Não podemos abrir mão da nossa massa de clientes", disse o executivo, ressaltando que como a escala mundial do GSM não permite uma igualdade nos preços dos handsets, a Vivo deve buscar outro nível de ganhos de escala utilizando a base de mais de 28 milhões de clientes em todo o País.
A acirrada competição e a intensa atividade comercial foram as principais justificativas do presidente da Vivo, Roberto Lima, para os significativos impactos negativos nas margens e nos resultados de suas operações no segundo trimestre, período que concentra duas importantes datas comemorativas: o dia das mães e o dia dos namorados. Somando-se os resultados da TCP (que engloba Telesp Celular, TCO, NBT e Global Telecom), Tele Sudeste Celular (RJ e ES), Tele Leste Celular (BA e SE) e CRT (RS), o prejuízo no trimestre chega a R$ 282,7 milhões.
Lima aposta em sua experiência com empresa de cartões de crédito para tratar a base de clientes da Vivo de forma segmentada e, assim, fazer controle de recursos e investimentos de forma mais eficaz e a manutenção dos clientes de maior valor na carteira.

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