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Small cells podem pavimentar caminho para LTE da ALU no Brasil
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014 , 07h46 | POR LETÍCIA CORDEIRO, DE BARCELONA A CONVITE DA ALU

Além de aguardar com expectativa o leilão da faixa de 700 MHz para 4G no Brasil, a Alcatel Lucent trabalha em paralelo numa estratégia para aumentar sua participação de mercado com a tecnologia LTE no Brasil. A ideia, de acordo com o vice-presidente da divisão de LTE da ALU, Glen Booth, é ganhar projetos com small cells para, a partir daí, conquistar também contratos para macro células. "Inventamos o negócio de small cell quando começamos com femtos há três anos e estamos ficando mais fortes a cada geração de produto, agora com foco maior em small cells em geral, e decidimos que para ganhar espaço na América Latina, onde nossa presença era quase nenhuma, entraríamos com small cells", lembra. Booth afirma que esses projetos de small cells estão abrindo caminho para implantação também de eNodeBs, as macro células LTE em países do Cone Sul, como Argentina e Paraguai.

A aposta é que, passada a primeira fase de implantação do LTE, em que basicamente as operadoras têm instalado antenas apenas para atender obrigações regulatórias de cobertura, as teles passem a planejar as redes 4G para não apenas ganhar mais clientes, mas para aumentar receitas com redes mais eficientes e serviços diferenciados.

"O que vai impulsionar a implantação de small cells é a necessidade de aumentar a capacidade de dados, que deve crescer a taxas de 40% a 50% nos próximos anos. A performance é a chave e como em alguns mercados na região começamos com small cells e agora estamos indo para macro, vamos seguir a oportunidade e é possível que esse seja o caminho para o Brasil também", avalia.

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