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Pulso-minuto
Transparência das contas incentivará uso da linha fixa, diz Stael Prata
quarta-feira, 27 de junho de 2007 , 18h14 | POR ANA LUIZA MAHLMEISTER

A conversão de pulso para minuto, que chega em sua última fase com a migração dos 2,5 milhões de assinantes da capital até o final de julho, totalizando 8,8 milhões de linhas, deve incentivar o uso da linha fixa, segundo o diretor geral da Telefônica, Stael Prata Silva Filho. ?Os assinantes poderão comparar em detalhes os gastos do serviço móvel e fixo, usando mais o segundo por ser muito mais barato?, diz Prata.
As contas em minutos começam a chegar em agosto. Quem quiser a conta detalhada poderá requisitar por telefone (por um mês, três meses ou em definitivo). A Telefônica optou por essa alternativa como medida de economia, já que as contas detalhadas (fixo, móvel, internet) podem ter mais de três páginas. Até o final do ano, segundo Prata, os assinantes poderão acessar suas contas via internet ou também receber por e-mail.
Da base de clientes da Telefônica, 52% já passaram pela migração no interior de São Paulo. Deste total, 5% optaram pelo plano Pasoo, indicado para assinantes que fazem ligações mais longas ou têm internet discada.
Segundo dados da Anatel, 85% da base de clientes de telefonia fixa, em todo o País, devem manter-se no Plano Básico, indicado para ligações mais curtas. Ambos têm o mesmo valor de assinatura R$ 37,98, variando no preço dos minutos, na franquia e completamento de chamadas. O Plano Básico tem franquia de 200 minutos e custa R$ 0,095/minuto; o Pasoo oferece franquia de 400 minutos e custa R$ 0,036/minuto. Segundo Prata, a empresa paralisou a venda pró-ativa de seus planos alternativos em minutos, oferecidos desde o ano passado, seguindo recomendação da Anatel, para não confundir os clientes na opção pelos planos obrigatórios. ?A oferta voltará a partir de agosto, quando o cliente, segundo seu perfil, pode optar pelo Plano Família, Controle e Econômico, entre outros?, diz o executivo.
Os planos alternativos da Telefônica contam com a adesão de 3,5 milhões de clientes. Com a proibição da Anatel, a empresa estima ter reduzido as vendas entre 20% e 30% nos últimos meses.

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