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Ponto extra
Sky não vê precedente internacional para não-cobrança do serviço
quarta-feira, 27 de agosto de 2008 , 22h22 | POR SAMUEL POSSEBON

A operadora de DTH Sky esclarece que fez sim contribuições à consulta pública sobre o ponto extra. Apesar destas contribuições não aparecerem até ontem, 26, entre as 630 disponíveis no sistema de consulta da Anatel, a operadora informa que enviou seus comentários por Sedex e email e confirmou a entrega. Segundo a Sky, "além de todos os argumentos enviados à Consulta Pública pelo SEAE e pelas outras operadoras de TV por assinatura, a SKY acrescenta em sua contribuição que realizou um levantamento em 25 países, localizados nas mais diversas regiões. Em nenhum desses países há restrição ou proibição à cobrança de ponto opcional e desconhecemos qualquer país que o faça". A operadora diz ainda: "a gratuidade do ponto extra não vai colaborar para a penetração do serviço de TV por assinatura na classe de baixa renda, pelo contrário irá elitizar ainda mais o serviço. A empresa reforçou que o ponto extra gera custos, comprovadamente. Isso é irrefutável uma vez que o serviço fica ativo na casa do cliente independente do ponto principal". Por fim a operadora acrescenta que "todo mundo prefere não pagar pelo uso de um bem ou de um determinado serviço" e que, "da mesma forma, seria melhor não pagar impostos, não pagar pelo uso de uma segunda linha telefônica, não pagar pela segunda entrada no cinema. Contudo, sabemos que tais cobranças são necessárias para viabilizar a estrutura que está por trás destes serviços, além de permitir a existência de novos investimentos e a inovação tecnológica".

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