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Brasil Telecom
Perda de tráfego e BrT GSM são desafios para nova diretoria
sexta-feira, 30 de setembro de 2005 , 18h00 | POR CARLOS EDUARDO ZANATTA

De acordo com Ricardo Knoepfelmacher, o novo presidente da Brasil Telecom, a diretoria recém-empossada pretende realizar alguns ajustes imediatos na companhia. Apesar de o presidente afirmar que se trata ?mais de uma mudança de posição das caixinhas no organograma?, algumas alterações são muito importantes para o momento vivido pela BrT: ?As concessionárias perdem tráfego ano a ano, e encontrar novos motores de crescimento para a empresa? é uma prioridade, afirma Knoepfelmacher.
A mudança principal será o reforço significativo na área de operações, com um conseqüente aumento de poder de Francisco Santiago, diretor que foi reconduzido ao cargo que ocupava anteriormente. Além das redes, Santiago será responsável pela tecnologia da informação, billing e relações com os usuários. A permanência do antigo diretor originário do Sistema Telebrás objetiva mostrar tanto ao mercado quanto aos usuários a continuidade do serviço prestado pela empresa. O diretor de redes passa também a comandar a empresa de serviços móveis, mesmo estando prevista a manutenção da BrT GSM como empresa separada com todas as suas estruturas legais, inclusive com Ricardo Sacramento na presidência.

Serviço móvel: o que fazer?

Aparentemente, a BrT GSM é o maior problema de operação da Brasil Telecom S/A. Ricardo K., como é conhecido, afirma que em cerca de três semanas a diretoria terá uma proposta para discutir com o conselho de administração a operação móvel: ?Há várias opções que precisam ser estudadas. Em princípio seriam três: alugar redes em lugar de construí-las, fundir a operação com outra empresa, ou ainda vender a operação móvel?, diz o novo presidente da BrT. Todas as soluções sugerem a existência de um grande problema para a companhia ?mãe?.
Curioso é que Ricardo K. afirmou diversas vezes durante a coletiva de imprensa que o serviço móvel é uma das saídas para a empresa compensar a queda no tráfego, e não um problema, como está parecendo: ?É preciso ter uma estratégia para o celular que pague os investimentos que estamos fazendo. O problema é que o quarto entrante é sempre complicado?, afirmou.

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